Thursday, November 29, 2007
Monday, November 26, 2007
1/2 Iron Pirassununga: Recorde Pessoal...!

Thursday, November 22, 2007
Motivacional: Dinâmica de Equipe Num Esporte Solitário
Tudo começou em 1999, quando os irmãos Hanson Keith e Kevin, então donos de 3 lojas de material esportivo para corrida, resolveram investir $250.000 para fundar a equipe. A motivação (além da óbvia de aumentar as vendas de material esportivo) também vinha da vontade de saber porque os americanos perderam sua posição de campeões nas maratonas internacionais e olímpicas dos anos de 70 e 80. O palpite? Eles deixaram de treinar em grupo. Kevin diz que: “..os etíopes treinam em grupo, os quenianos treinam em grupo, os japoneses treinam em grupo .. nós treinamos sozinhos.”
Hoje, passados 8 anos, eles já “gastaram” $2 milhões e a equipe de 16 homens e 4 mulheres conta com hospedagem, seguro saúde e recursos para equipamentos e viagens. Eles conseguiram patrocínio de uma fábrica de tênis e de uma montadora de veículos. Parece um empreendimento simples, mas esta equipe e seus corredores vivem em meio a um esporte em que o dinheiro é curto, a fama não é grande e vem para poucos. Integrar-se a esta equipe significa dedicar-se 8, 10, 12 anos numa vida semi-isolada, longe de casa, fazendo pouca coisa além de treinar duas vezes por dia, entra dia, sai dia... como Brian.
Brian Sell roda em média 38km por dia, num total semanal de 257km (a média geral é de 200km)! Sua rotina é estar, assim como os demais, às 7:30 da manhã, pronto para correr pelas trilhas de terra batida ao redor centro de treinamento. A exemplo da maioria dos outros, ele trabalha de 20 a 25h/semana em uma das lojas de tênis dos Hanson, ganhando $12 a hora. Keith diz que pouquíssima gente entende a vida desses atletas: “ .. às vezes fico só observando suas reações quando chega um cliente puxando conversa e mandando aquela pergunta: Qual a maratona mais longa que você já correu? Em que posição você chegou?..”
Os Hansons apostam todas as fichas em Sell para conseguir seu primeiro atleta olímpico. E eles contam muito com o efeito-equipe para conseguí-lo. Outros dois corredores da equipe, Mike Morgan e Kyle O´Brien, competiram recentemente no Japão e não estão recuperados para a seletiva, mas já se dispuseram a correr na frente, puxando Sell. São os próprios irmãos Hanson que treinam a equipe. Eles sabem que têm atletas de talento ao seu dispor, mas também sabem que muita coisa em preparação é feito por tentativa e erro, apesar de toda a cientificidade que existe hoje em dia. Todos são atletas talentosos, mas a melhor estratégia de treinos varia de corredor para corredor. Os Hansons acreditam que o mais importante é rodar muito por semana, treinar como um time e fazê-lo em percursos semelhantes aos das provas, mas, ao mesmo tempo, eles se ressentem em não poder financiar treinos em altitude.
Os corredores da equipe, no entanto, não se preocupam. Eles acreditam no treino que executam, e treinam com raça. Além do mais, eles não teriam condições financeiras para integrar a equipe Team Running USA, que treina nas montanhas da Califórnia, já que esta não proporciona auxílio financeiro ou hospedagem aos atletas, exigindo deles patrocínios próprios. Bob Larsen, chefe da Team Running e treinador do americano Meb Keflezighi (prata na maratona de Atenas em 2004) diz: “.. quando se olham todos os medalhistas olímpicos e de campeonatos mundiais, vemos corredores que treinam em altitudes..”
Voltando ao nosso glorioso Brian, ele confessa: “.. aqui você tem que treinar com vontade, mas com prudência. Muitos chegam ao limite em todos os treinos e, depois de 1 ano de trabalho, desenvolvem fraturas por stress ou perdem o gosto pelo esporte. Quando eu aqui cheguei, pulava da cama animado todo dia e corria para o ponto de encontro do treino. Hoje, levanto uma, duas horas antes para me ligar o suficiente para os trabalhos. Meu limite é este ano. Se não conseguir a vaga olímpica, vou me aposentar como atleta, voltar a estudar e dedicar-me mais à minha filha de 5 meses e à minha esposa. Não é uma vida para qualquer um, mas não me arrependo. Se você não consegue um objetivo é porque alguém treinou mais forte que você..”
Dentro do mundo esportivo são muitas as histórias, mas eu considero esta muito especial, pois envolve o idealismo e o empreendedorismo dos Hanson, a dedicação de Brian e os sacrifícios de sua família, a luta contra os poucos recursos, o amor pelo esporte e o espírito de equipe como fator diferencial.
Por isso, gente, é que eu valorizo muito a oportunidade que temos de treinarmos juntos e de aprendermos uns com os outros; de ter tido a felicidade de experimentar alguns sucessos e, a partir de então, querer sempre um pouquinho mais. Obrigado, turma. E um feliz fim de ano para toda a equipe, para todos nós!
Hansons-Brooks Distance Project: http://www.hansons-running.com/
Team Running USA: http://www.runningusa.org/
Tuesday, November 20, 2007
Fuji 2006 X Fuji 2007

À primeira vista - e também em termos de especificações - as bike 2007 não mudou muito. Ela tem como novidades (a) um canote aero de carbono e (b) um conjunto de guidão mais moderno. O quadro é da mesma liga de alumínio A6 Quaternário, o garfo é idêntico e o conjunto do câmbio agora mistura os componentes 2006 Ultegra com alguns FSA e Shimano 105. Na minha opinião, são essas modificações de componentes extra-quadro que acabam reduzindo o peso total da bike montada de 8.48kg para 7.8kg (desprezível).
No entanto, há um detalhe interessante. O triângulo traseiro tem seu vértice bem próximo do final do tubo superior - um formato que parece mais homogêneo e que talvez deva dar mais estabilidade ao quadro. Olhe, na foto abaixo, como o vértice no modelo 2006 é soldado mais embaixo (isso muda a posição dos freios traseiros):
A solda, feita mais acima, parece que acabou diminuindo a distância* entre o movimento central e o eixo traseiro (a roda traseira parece mais embutida dentro do quadro**). Este é um parâmetro importante em termos de geometria, e que pode vir a dar mais rendimento na pedalada. Outro detalhe interessante é que os tubos do triângulo traseiro parecem ligeiramente mais espessos.
Ao que parece, são pequenos detalhes que, embora importantes, não justificam a compra de um novo modelo. Vou mudar o guidão e o avanço (até já encomendei este último). Quem sabe coloco umas rodas Zipp...Aí terei uma "bike da NASA"!
PS: Não estou falando aqui de trocar de marca, pois aí é outra história...
(*)Essa distância, chamada de estal da corrente, não mudou: continua em 400mm. Ela costuma ser maior nas bikes de estrada.
(**) A distância entre os eixos dianteiros e traseiros, chamada de base da roda, diminuiu de 989.9mm para 982.4mm (para um quadro 54).
Thursday, November 15, 2007
US Open de Triathlon
Triathlon: Para Onde Vamos?
O triathlon está crescendo rápido, mas será que está correndo para o lado certo?Hoje, o triathlon é visto como equivalente do vôlei e futebol de areia em termos de público que é capaz de atrair. Apenas uma modesta platéia de 8000 pessoas espalhadas pelo percurso e alguns repórteres especializados estiveram presentes ao evento, incluindo as entrevistas, congresso técnico e cobertura da prova. Muito pouco para um esporte olímpico e numa final mundial, dizem. Será? O triathlon tem apenas 30 anos e duas participações olímpicas.
Do ponto de vista de participação da população, o triathlon é dos esportes que mais crescem. De acordo com a Associação dos Fabricantes de Equipamentos Esportivos dos Estados Unidos, mais de 1 milhão de pessoas participarão de triathlons naquele país até o fim deste ano de 2007, embora eles mesmos digam que resultados precisos são difíceis de conseguir, já que muitos atletas participam de várias provas durante o ano (Ahhh, descobriram que é uma tribo...hahaha).
Outra coisa muito interessante é esse esquema de conseguir vaga para o Mundial. Qual o outro esporte que permite que um “simples mortal” divida a linha de largada na praia com os top pro’s da modalidade? Em outras palavras, como você um dia vai conseguir (como atleta) participar de uma partida de futebol com o Ronaldinho Gaúcho, uma partida de golf com o Tiger Woods, ou de tênis com o Roger Federer? Esse é o grande barato do IM e do IM 70.3, e que atrai cada vez mais pessoas para as provas.
Alguns cronistas ainda vêm o triathlon como um esporte de super-homens. Afinal de contas, não está lá escrito “Ironman”? Este termo tem realmente dois lados: da mesma maneira que assusta os leigos, atrai muitos que querem este título em seus “currículos esportivos”. Uma das reportagens dizia: “..não se engane. Se você é um corredor de fim de semana, só precisa de 4 meses de treinamento para completar uma maratona, mas se quiser ser um IM, precisa treinar pelo 30 horas por semana por 4 anos a fio..” (De onde esses caras tiram isso?)
Em termos de marketing esportivo, várias são as constatações, tiradas a partir dos pronunciamentos desses profissionais. A NBC informou que esta final só virá ao ar em março de 2008, em forma de compacto. Murphy Reinschreiber (um agente que representa vários triatletas profissionais) explicou a razão da pequena platéia dizendo: “..aqui os atletas competem por um bolsa total de $100,000, o que é pequeno em termos de eventos esportivos envolvendo pro’s. Há poucos patrocínios. Empresas de bicicletas preferem a Volta da França, fabricantes de tênis e equipamentos de natação preferem patrocinar atletas olímpicos. O triathlon ainda não é o esporte principal de qualquer fabricante ou a estrela de um grande evento esportivo mundial. Ainda não tem o brilho de uma modalidade esportiva isolada, como a natação e o atletismo ... e isso é um grande problema.”
Richie Cunningham, 34 anos, triatleta profissional da Austrália, tem suas opiniões: “.. a WTC percebe que não precisa dos pro’s para promover os eventos, já que os amadores rapidamente lotam as provas. O valor por eles pago gera lucro para os organizadores, mas esta fórmula não consegue levar o triathlon para um nível mais alto como esporte.” (Mas esse não é o primeiro passo?)
Para terminar, falemos de números. A WTC informa que a venda de produtos licenciados com marca Ironman, o que inclui os relógios Timex, os óculos da Foster Grant e as próprias provas já renderam $500M este ano. A prova em Clearwater existe desde 1989 quando James Gills, um oftalmologista e empresário do ramo de imóveis, franqueou a marca Ironman por $3M.
Muito bom para um logo – o M-Dot – que foi desenhado por apenas $75 em 1980.

Sunday, November 11, 2007
Se Fosse No Brasil...


VI Encontro Cultural CERC 2007




As professoras e os trabalhos:



Mundial 70.3 2007 - Clearwater, FL


Craig Alexander e Potts, partindo à caça de Galindez.
Friday, November 09, 2007
O Contrato Supremo
É preciso ter tenacidade, resistência, desdém pelo sofrimento.
Aqueles que lhe são queridos querem lhe ver chegar...só para ver que você está OK.
Você já chegou ao limite? Daquele jeito que se cai pelo chão após a linha de chegada? Ou você sempre teve certeza que teria energia para chegar ao final?
Parabéns Shay...
Monday, November 05, 2007
Pirassununga..? Já É...!

Saturday, November 03, 2007
Time Americano em Pequim 2008: Maratona


Friday, November 02, 2007
Mais Um Componente "Chave"

Shakes de Proteína: Agora Também para Triatletas
CYTOSPORTS MUSCLE MILK: 330 cal. com 17g de gordura em 502ml (12 caixas por $42)Tris Simulados à Paulista
No Billings Country Club (na represa de água de SP) o organizador Júlio Vicuña (julio7vicuna@terra.com.br) promove uns dois tris simulados por mês. Com 3 bóias, 5 caiaques e um barquinho para apoio ele arma o circo para 750m de natação. Depois, mais 16km pela estrada velha de Santos (SP148) e 5km de corrida (com hidratação a cada 2.5km).
Nova York Respira Maratona

Marilson estará lá para defender o título: Brasil, sil, sil, sil....

Esta é a fera:Martin Lel. campeão em Londres 2007, ele ainda ganhou a Great Northern Half-Marathon no último dia 30 de setembro com 1:00:10..!






















