Thursday, November 29, 2007

1/2 Iron Pirassununga: Fotos

Estas são as primeiras fotos da prova. Fiz no "estilo Al-Sultan": de sunga e sem meia.



Monday, November 26, 2007

1/2 Iron Pirassununga: Recorde Pessoal...!

É isso aí..! Mandei bem no meio-iron de Pira e marquei meu recorde pessoal: 5:15:37...! Aí vão as parciais:

Swim (1900m): 44:02
Bike + T1 + T2(90km): 2:48:26 (média de 33.3 km/h)
Run(meia-maratona): 1:43:09 (média de 4'53"/km)

Total: 5:15:37 (25/64 na faixa; 212/448 no geral)

Estou bastante feliz, pois terminei uma temporada pesada (Ufa....!) com um recorde pessoal, mesmo depois de ficar inativo por duas semanas muito próximo da prova.
Pelos tempos registrados, vejo que fiz uma boa meia-maratona (num ritmo mais forte que 5'/km) e que estou melhorando na natação. Fiquei muito feliz ao encontrar o Flávio (um bodyboarder..!) na T1. Durante a bike coloquei em prática meus treinos de spinning e pedalei em pé forte nas subidas, deixando muita gente prá trás. Na corrida, mantive um ritmo constante com alguns quilômetros mais frenéticos na areia, redundando neste tempo que considero muito bom.
Mais fotos em breve...
PS: Grande IM Antonio, checa esta: o que você nadou mais rápido que eu (+/- 9min) eu tirei na minha corrida (+/- 9min). "Ganhastes" a prova na bike (seus 2:44 contra os meus 2:48). Não é fantástico o triathlon..?

Thursday, November 22, 2007

Motivacional: Dinâmica de Equipe Num Esporte Solitário

Neste feriado eu estava analisando os resultados da seletiva norte-americana que escolheu três maratonistas para as olimpíadas de Pequim em 2008 e me deparei com um fato interessante: nada menos que 13 dos 104 que terminaram a prova pertenciam a uma equipe de corrida chamada Hansons-Brooks Distance Project. Curioso, chequei se eles tinham um site e me deparei com as histórias inspiradoras dos irmãos Hanson e de Brian Sell. Os primeiros, fundadores da equipe de corrida e o segundo uns dos mais talentosos maratonistas que integram o projeto.
Tudo começou em 1999, quando os irmãos Hanson Keith e Kevin, então donos de 3 lojas de material esportivo para corrida, resolveram investir $250.000 para fundar a equipe. A motivação (além da óbvia de aumentar as vendas de material esportivo) também vinha da vontade de saber porque os americanos perderam sua posição de campeões nas maratonas internacionais e olímpicas dos anos de 70 e 80. O palpite? Eles deixaram de treinar em grupo. Kevin diz que: “..os etíopes treinam em grupo, os quenianos treinam em grupo, os japoneses treinam em grupo .. nós treinamos sozinhos.”
Hoje, passados 8 anos, eles já “gastaram” $2 milhões e a equipe de 16 homens e 4 mulheres conta com hospedagem, seguro saúde e recursos para equipamentos e viagens. Eles conseguiram patrocínio de uma fábrica de tênis e de uma montadora de veículos. Parece um empreendimento simples, mas esta equipe e seus corredores vivem em meio a um esporte em que o dinheiro é curto, a fama não é grande e vem para poucos. Integrar-se a esta equipe significa dedicar-se 8, 10, 12 anos numa vida semi-isolada, longe de casa, fazendo pouca coisa além de treinar duas vezes por dia, entra dia, sai dia... como Brian.
Brian Sell roda em média 38km por dia, num total semanal de 257km (a média geral é de 200km)! Sua rotina é estar, assim como os demais, às 7:30 da manhã, pronto para correr pelas trilhas de terra batida ao redor centro de treinamento. A exemplo da maioria dos outros, ele trabalha de 20 a 25h/semana em uma das lojas de tênis dos Hanson, ganhando $12 a hora. Keith diz que pouquíssima gente entende a vida desses atletas: “ .. às vezes fico só observando suas reações quando chega um cliente puxando conversa e mandando aquela pergunta: Qual a maratona mais longa que você já correu? Em que posição você chegou?..”
Os Hansons apostam todas as fichas em Sell para conseguir seu primeiro atleta olímpico. E eles contam muito com o efeito-equipe para conseguí-lo. Outros dois corredores da equipe, Mike Morgan e Kyle O´Brien, competiram recentemente no Japão e não estão recuperados para a seletiva, mas já se dispuseram a correr na frente, puxando Sell. São os próprios irmãos Hanson que treinam a equipe. Eles sabem que têm atletas de talento ao seu dispor, mas também sabem que muita coisa em preparação é feito por tentativa e erro, apesar de toda a cientificidade que existe hoje em dia. Todos são atletas talentosos, mas a melhor estratégia de treinos varia de corredor para corredor. Os Hansons acreditam que o mais importante é rodar muito por semana, treinar como um time e fazê-lo em percursos semelhantes aos das provas, mas, ao mesmo tempo, eles se ressentem em não poder financiar treinos em altitude.
Os corredores da equipe, no entanto, não se preocupam. Eles acreditam no treino que executam, e treinam com raça. Além do mais, eles não teriam condições financeiras para integrar a equipe Team Running USA, que treina nas montanhas da Califórnia, já que esta não proporciona auxílio financeiro ou hospedagem aos atletas, exigindo deles patrocínios próprios. Bob Larsen, chefe da Team Running e treinador do americano Meb Keflezighi (prata na maratona de Atenas em 2004) diz: “.. quando se olham todos os medalhistas olímpicos e de campeonatos mundiais, vemos corredores que treinam em altitudes..”
Voltando ao nosso glorioso Brian, ele confessa: “.. aqui você tem que treinar com vontade, mas com prudência. Muitos chegam ao limite em todos os treinos e, depois de 1 ano de trabalho, desenvolvem fraturas por stress ou perdem o gosto pelo esporte. Quando eu aqui cheguei, pulava da cama animado todo dia e corria para o ponto de encontro do treino. Hoje, levanto uma, duas horas antes para me ligar o suficiente para os trabalhos. Meu limite é este ano. Se não conseguir a vaga olímpica, vou me aposentar como atleta, voltar a estudar e dedicar-me mais à minha filha de 5 meses e à minha esposa. Não é uma vida para qualquer um, mas não me arrependo. Se você não consegue um objetivo é porque alguém treinou mais forte que você..”
Dentro do mundo esportivo são muitas as histórias, mas eu considero esta muito especial, pois envolve o idealismo e o empreendedorismo dos Hanson, a dedicação de Brian e os sacrifícios de sua família, a luta contra os poucos recursos, o amor pelo esporte e o espírito de equipe como fator diferencial.
Como toda boa história merece um final feliz, vale dizer que Brian Sell, 29 anos, conseguiu uma das três vagas olímpicas chegando em terceiro na seletiva, com 2h11m40s. Keflezighi, patrocinado pela Nike, chegou apenas em 8º, com 2h15m09s, e vai ver o maratonista olímpico Sell em Pequim pela TV...
Por isso, gente, é que eu valorizo muito a oportunidade que temos de treinarmos juntos e de aprendermos uns com os outros; de ter tido a felicidade de experimentar alguns sucessos e, a partir de então, querer sempre um pouquinho mais. Obrigado, turma. E um feliz fim de ano para toda a equipe, para todos nós!

Hansons-Brooks Distance Project: http://www.hansons-running.com/
Team Running USA: http://www.runningusa.org/

Tuesday, November 20, 2007

Fuji 2006 X Fuji 2007

Tá acabando a temporada de provas... Faltando apenas o 1/2 Iron de Pira, o pessoal já começa a pensar em que bike vai fazer a temporada de 2008. As perguntas são sempre as mesmas:

- Será que minha bike ainda é atual?
- Apareceu alguma nova geometria que foi adotada por todos os fabricantes demonstrando ser um aperfeiçoamento importante?
- Será que minha bike encara 2008 com algumas partes novas, como rodas, guidão, câmbio, etc?
O assunto é importante porque quem pensa em fazer o IM Brasil 2008 deve começar a treinar sério já em janeiro próximo. E é bom fazê-lo com a bike que vai competir - até para ver se a adaptação vai ser a esperada, se os componentes originais precisam ser trocados aqui e ali, essas coisas. Isso sem falar nas despesas, já que comprando uma bike nova a prazo, por exemplo, haverá tempo para diluir as contas em conjunto com os gastos da viagem para Floripa, a inscrição para a prova, entre outras "cositas más".

Dê uma comparada visual na minha Fuji 2006 (logo abaixo) e no modelo 2007:


À primeira vista - e também em termos de especificações - as bike 2007 não mudou muito. Ela tem como novidades (a) um canote aero de carbono e (b) um conjunto de guidão mais moderno. O quadro é da mesma liga de alumínio A6 Quaternário, o garfo é idêntico e o conjunto do câmbio agora mistura os componentes 2006 Ultegra com alguns FSA e Shimano 105. Na minha opinião, são essas modificações de componentes extra-quadro que acabam reduzindo o peso total da bike montada de 8.48kg para 7.8kg (desprezível).

No entanto, há um detalhe interessante. O triângulo traseiro tem seu vértice bem próximo do final do tubo superior - um formato que parece mais homogêneo e que talvez deva dar mais estabilidade ao quadro. Olhe, na foto abaixo, como o vértice no modelo 2006 é soldado mais embaixo (isso muda a posição dos freios traseiros):

A solda, feita mais acima, parece que acabou diminuindo a distância* entre o movimento central e o eixo traseiro (a roda traseira parece mais embutida dentro do quadro**). Este é um parâmetro importante em termos de geometria, e que pode vir a dar mais rendimento na pedalada. Outro detalhe interessante é que os tubos do triângulo traseiro parecem ligeiramente mais espessos.

Ao que parece, são pequenos detalhes que, embora importantes, não justificam a compra de um novo modelo. Vou mudar o guidão e o avanço (até já encomendei este último). Quem sabe coloco umas rodas Zipp...Aí terei uma "bike da NASA"!

PS: Não estou falando aqui de trocar de marca, pois aí é outra história...

(*)Essa distância, chamada de estal da corrente, não mudou: continua em 400mm. Ela costuma ser maior nas bikes de estrada.

(**) A distância entre os eixos dianteiros e traseiros, chamada de base da roda, diminuiu de 989.9mm para 982.4mm (para um quadro 54).

Thursday, November 15, 2007

US Open de Triathlon

Foi só procurar e já achei uma forma de competição anual de triathlon. São 5 provas da distância olímpica que, este ano, foram espaçadas entre junho e outubro. Há prêmios polpudos para os primeiros, tempos de qualificação para participar como amador elite e vagas para o público em geral. Leitura obrigatória...!

Triathlon: Para Onde Vamos?

O triathlon está crescendo rápido, mas será que está correndo para o lado certo?


Lendo as notícias pré e pós-final do WTC Ironman 70.3 2007 (10 de novembro, em Clearwater, FL) deparei-me com reportagens e depoimentos que não foram escritos por repórteres esportivos, mas por colunistas de programas de fim de semana, escritores que falam de estilo de vida e moda, colunas especializadas em turismo, ex-atletas e por aí vai. Achei isso muito interessante porque desta maneira vejo como a coletividade, com suas diferentes visões, enxerga o triathlon. E sabe o que mais? Várias questões (e constatações) vieram à tona. Tudo isso é muito importante do ponto de vista do crescimento do esporte e para o marketing esportivo (a nova empreitada de um amigão meu...hehe). Mas vamos lá com algumas constatações interessantes.
Hoje, o triathlon é visto como equivalente do vôlei e futebol de areia em termos de público que é capaz de atrair. Apenas uma modesta platéia de 8000 pessoas espalhadas pelo percurso e alguns repórteres especializados estiveram presentes ao evento, incluindo as entrevistas, congresso técnico e cobertura da prova. Muito pouco para um esporte olímpico e numa final mundial, dizem. Será? O triathlon tem apenas 30 anos e duas participações olímpicas.
Do ponto de vista de participação da população, o triathlon é dos esportes que mais crescem. De acordo com a Associação dos Fabricantes de Equipamentos Esportivos dos Estados Unidos, mais de 1 milhão de pessoas participarão de triathlons naquele país até o fim deste ano de 2007, embora eles mesmos digam que resultados precisos são difíceis de conseguir, já que muitos atletas participam de várias provas durante o ano (Ahhh, descobriram que é uma tribo...hahaha).
Outra coisa muito interessante é esse esquema de conseguir vaga para o Mundial. Qual o outro esporte que permite que um “simples mortal” divida a linha de largada na praia com os top pro’s da modalidade? Em outras palavras, como você um dia vai conseguir (como atleta) participar de uma partida de futebol com o Ronaldinho Gaúcho, uma partida de golf com o Tiger Woods, ou de tênis com o Roger Federer? Esse é o grande barato do IM e do IM 70.3, e que atrai cada vez mais pessoas para as provas.
Alguns cronistas ainda vêm o triathlon como um esporte de super-homens. Afinal de contas, não está lá escrito “Ironman”? Este termo tem realmente dois lados: da mesma maneira que assusta os leigos, atrai muitos que querem este título em seus “currículos esportivos”. Uma das reportagens dizia: “..não se engane. Se você é um corredor de fim de semana, só precisa de 4 meses de treinamento para completar uma maratona, mas se quiser ser um IM, precisa treinar pelo 30 horas por semana por 4 anos a fio..” (De onde esses caras tiram isso?)
Em termos de marketing esportivo, várias são as constatações, tiradas a partir dos pronunciamentos desses profissionais. A NBC informou que esta final só virá ao ar em março de 2008, em forma de compacto. Murphy Reinschreiber (um agente que representa vários triatletas profissionais) explicou a razão da pequena platéia dizendo: “..aqui os atletas competem por um bolsa total de $100,000, o que é pequeno em termos de eventos esportivos envolvendo pro’s. Há poucos patrocínios. Empresas de bicicletas preferem a Volta da França, fabricantes de tênis e equipamentos de natação preferem patrocinar atletas olímpicos. O triathlon ainda não é o esporte principal de qualquer fabricante ou a estrela de um grande evento esportivo mundial. Ainda não tem o brilho de uma modalidade esportiva isolada, como a natação e o atletismo ... e isso é um grande problema.”
Richie Cunningham, 34 anos, triatleta profissional da Austrália, tem suas opiniões: “.. a WTC percebe que não precisa dos pro’s para promover os eventos, já que os amadores rapidamente lotam as provas. O valor por eles pago gera lucro para os organizadores, mas esta fórmula não consegue levar o triathlon para um nível mais alto como esporte.” (Mas esse não é o primeiro passo?)
Para terminar, falemos de números. A WTC informa que a venda de produtos licenciados com marca Ironman, o que inclui os relógios Timex, os óculos da Foster Grant e as próprias provas já renderam $500M este ano. A prova em Clearwater existe desde 1989 quando James Gills, um oftalmologista e empresário do ramo de imóveis, franqueou a marca Ironman por $3M.

Muito bom para um logo – o M-Dot – que foi desenhado por apenas $75 em 1980.


Sunday, November 11, 2007

Se Fosse No Brasil...

O triathlon de São Francisco, em Treasure Island, que seria realizado ontem na Baía de São Francisco transformou-se num duathlon porque um navio derramou 58.000 galões de óleo na Baía. O cargueiro Cosco Busan arrastou a lateral num pilar da ponte entre S. Francisco e Oakland, gerando um rasgo de 30m e o vazamento.

VI Encontro Cultural CERC 2007

O tema deste ano foi "Amazônia: Um Paraíso Ameaçado". A criançada se dedicou, fazendo vários trabalhos em forma de painel e ensaiando apresentações teatrais para um pequeno"show"neste último sábado. Aí estão algumas fotos.


A turma pronta para a festa:



Já no Centro Esportivo, todos a postos:



As professoras e os trabalhos:



Estamos bonitas...vamos ver o vovô? Ele está com saudades da gente...

Mundial 70.3 2007 - Clearwater, FL

Andy Potts levou mais uma este ano: mandou muito bem na corrida (1:11:33) e ganhou de Galindez num sprint sensacional de 200m, fechando com 3:43:33. Galindez chegou 4 segundos depois. O campeão Craig Alexander chegou em quarto, atrás de Andrew Johns.

Potts, a fera do Pan do Rio, fez uma corrida espetacular alcançando Galindez no final.

Galindez mandou muito bem, perdendo no sprint final porque é pequeno e tem pernas curtas, disse.

Craig Alexander e Potts, partindo à caça de Galindez.

Entre as mulheres, Mirinda Carfrae (Austrália) bateu o recorde mundial de meio-ironman (que era da Natascha Badmann) marcando 4:07:25.
Reinaldo Colluci abandonou. Carla Moreno e Nina Kraft nem largaram.

Friday, November 09, 2007

O Contrato Supremo

Existe um contrato entre cada atleta de endurance e seu corpo: eu vou lhe estressar e você vai me fazer mais forte. E o pior que eu vou agüentar é a dor.

É preciso ter tenacidade, resistência, desdém pelo sofrimento.

Aqueles que lhe são queridos querem lhe ver chegar...só para ver que você está OK.

Você já chegou ao limite? Daquele jeito que se cai pelo chão após a linha de chegada? Ou você sempre teve certeza que teria energia para chegar ao final?
Definitivamente existem 2 tipos de corredores...

Parabéns Shay...


Monday, November 05, 2007

Pirassununga..? Já É...!

Comecei a treinar de novo depois de 2 semanas parado! E foi num período crucial de preparação para Pira. Sofri bastante no treino simulado de sábado. Faltou potência nas pernas e fôlego na corrida. Senti aquela sensação desagradável de respiração rasa, sem puxar ar suficiente. Como a gente perde rápido o condicionamento!
De qualquer maneira, vou tentar tirar o atraso comprometendo o período de "descanso" da semana da prova e ver no que dá... Espero que seja suficiente para recuperar pelo menos o razoável...
Aí estão as fotos que os amigos tiraram no simulado. Tava quente no sábado!

Saturday, November 03, 2007

Time Americano em Pequim 2008: Maratona

Foi hoje a seletiva. Os resultados estão aqui. Os 3 primeiros estão classificados. Note que o medalha de prata Meb Keflezighi ficou de fora chegando em oitavo. Ryan Hall (25) é a grande promessa americana: bateu o recorde norte-americano da meia-maratona (59:43), fez o melhor tempo de um americano em estréias de maratonas no exterior com Londres 2007 (2:08:24) e agora ganhou a seletiva. O homem chegará forte em 2008.
A nota triste foi a morte do maratonista Ryan Shay, 28 anos, que sentiu-se mal quando percorria o km 10.

Friday, November 02, 2007

Mais Um Componente "Chave"

Achei na Internet um avanço que creio irá resolver meus problemas com o guidão. O avanço que eu tenho é de DH, pequeno mas inclinado para cima, levantando o cojunto guidão-clip. Esse da Truvativ é o menor que achei: só 40mm, sem inclinação. Mandei trazer pela Muamba-Air. Espero que não demore muito, mas não sei se vai dar prá usar em Pira.

Shakes de Proteína: Agora Também para Triatletas

É isso aí. Antes ingerido principalmente pelos marombeiros que querem ganhar massa, os shakes de proteína tomaram de roldão um mercado muito maior: o de atletas de endurance (triatletas, ciclistas, corredores de longa distância, etc). Por quê? Eles (os atletas) descobriram os benefícios para a recuperação muscular que esses drinks proporcionam quando ingeridos em até 30' após os treinos. Enquetes têm reportado melhor recuperação, menos dores e menor tempo entre os treinos (o que significa poder treinar mais).
Embora eu já tenha lido um pouco sobre isso há algum tempo atrás (o assunto ingestão de proteína com carboidrato), o enfoque era sobre o uso de tais substâncias DURANTE a atividade física numa razão de 4:1 (carb:prot). Como exemplo dessas bebidas, polemicamente chamadas de "evolução do Gatorade" são os drinks Accelerade, da Pacific Health. Olha só uma "lista de compras" que eu montei com os drinks pós-treino que já existem lá fora:

MET-RX RTD 51: 6g carb. + 51g prot. em 443ml (12 latas por $43)


POWERBAR RECOVERY: 40g carb. + 13g prot. em 295ml (4 caixas por $7)



CYTOSPORTS MUSCLE MILK: 330 cal. com 17g de gordura em 502ml (12 caixas por $42)


GATORADE PROTEIN RECOVERY SHAKE: 45g carb. + 20g prot. em 325ml (24 latas por $26)

EAS MYOPLEX READY-TO-DRINK: 23g carb. + 42g prot. em 500ml (12 caixas por $50)
São bebidas bem práticas, já que às vezes é meio difícil se alimentar legal em até 30' após o treino, seja pelo local ou pela distância de casa. Quando vão chegar aqui? Não sei. Por enquanto, talvez valha a pena comprar o pó na loja e montar um drink imitando a dosagem que é comercializada.

Tris Simulados à Paulista

Taí um lance maneiro, que deveríamos imitar aqui no Rio, já que é mais ou menos fácil de organizar.
No Billings Country Club (na represa de água de SP) o organizador Júlio Vicuña (julio7vicuna@terra.com.br) promove uns dois tris simulados por mês. Com 3 bóias, 5 caiaques e um barquinho para apoio ele arma o circo para 750m de natação. Depois, mais 16km pela estrada velha de Santos (SP148) e 5km de corrida (com hidratação a cada 2.5km).
Custo: basta preencher um formulário, pagar 30 "Real" e mais 5,00 por estacionamento e vestiário.
O próximo simulado é dia 11/11. PARABÉNS Júlio...! O mundo é de quem faz.

Nova York Respira Maratona

Este fim de semana em NY é imperdível para quem gosta de corrida. Amanhã, dia 3, acontece a seletiva americana para as três vagas da maratona visando as olimpíadas de 2008. No país da democracia, qualquer americano que tenha corrido uma maratona em até 2:22, 10km em 28:45 ou 5km em 13:40 pode largar. O percurso é composto de 5 voltas por ruas da ilha de Manhattan rodeando o Central Park e não o percurso normal da maratona (que passa por cinco bairros no total).
Como estamos falando de vagas olímpicas, só veremos feras. Olha o "grid de largada": Meb keflezighi (medalha de prata em Atenas); Khalid Khannouchi 2:05:38; Mbarak Hussein 2:08:10; Ryan Hall 2:08:24; Abdi Abdirahman 2:08:56; Alan Culpepper 2:09:41; Brian Sell 2:10:47 e Dathan Ritzenhein 2:14:01.
Os norte-americanos estão mesmo querendo renascer nas corridas de longa distância, haja vista o número de naturalizados da lista de elite acima. Entre os yankees mesmo, o destaque é o Ryan Hall, que detém o recorde americano da meia-maratona com 59:43 (2007) e foi o oitavo na maratona de Londres este ano.

Domingo, a estória é outra. Para a tão esperada NYC Marathon teremos 11 corredores de elite com tempo abaixo de 2:10 (o patamar da glória, he he): William Kipsang, Quênia, 2:06:39; Martin Lel, Quênia, 2:06:41; Hendrick Ramaala, África do Sul, 2:06:55; Dmytro Baranovsky, Ucrânia, 2:07:15; Stefano Baldini, Itália, 2:07:22; Rogers Rop, Quênia, 2:07:32; Aleksandr Kuzin, Ucrânia, 2:07:33; Abderrahim Goumri, Marrocos, 2:07:44; MARILSON GOMES DOS SANTOS, Brasil, 2:08:37; Stephen Kiogora, Quênia, 2:09:21 e Elias Kemboi, Quênia, 2:09:36.

Nada menos que 5 quenianos ... e nenhum norte-americano.


Marilson estará lá para defender o título: Brasil, sil, sil, sil....



Esta é a fera:Martin Lel. campeão em Londres 2007, ele ainda ganhou a Great Northern Half-Marathon no último dia 30 de setembro com 1:00:10..!


Serão aproximadamente 38.400 corredores (!) nesta grande festa do atletismo. Pôô...como eu gostaria de estar lá....