Tudo é Relativo ...
Este percurso ...

pode ser melhor que esse outro ...

para correr ou pedalar (além das razões mais óbvias).
Artigo interessante esse publicado no site da revista Nature – http://www.nature.com – em 10 de fevereiro de 2006... Ele nos fala dos estudos realizados por neurocientistas que concluíram que quanto maior é o número de vezes que percorremos uma determinada rota (seja a pé, de carro, trem, etc) mais longa ela nos parece com o passar do tempo. A conclusão é que distância, assim como tempo, são conceitos abstratos, ao invés de absolutos, em nosso cérebro. Em outras palavras: 42 km não é mesmo “tanto” assim...!
Dentre as análises feitas a partir de experimentos, o processo cognitivo de julgamento de distância se vale de pontos de referência, curvas, prédios, cruzamentos, irregularidades, voltas, etc, do caminho percorrido, de uma maneira ainda a ser melhor determinada pelos cientistas. De início, já foi constatado que quanto maior é o número de referências espaciais que nosso cérebro acumula ao longo de um caminho, mais facilmente superestimamos a distância percorrida.
Entre as conseqüências práticas dos estudos são mencionadas as possibilidades de melhores planejamentos urbanos e de construções como edifícios e parques, de maneira que eles nos possam gerar percepções variáveis de distância e espaço conforme a necessidade, tornando mais agradável nosso ambiente de trabalho e os trajetos diários.
Para os treinos tiro a seguinte lição: varie regularmente os percursos e use um relógio com GPS para medir a distância em novas rotas. Assim, os treinos não parecerão tão longos e você não se sentirá mais lento. E mais: devemos escolher caminhos com menos referências, menos "poluídos", que nos farão perceber como mais curtos os trajetos.
pode ser melhor que esse outro ...
para correr ou pedalar (além das razões mais óbvias).
Artigo interessante esse publicado no site da revista Nature – http://www.nature.com – em 10 de fevereiro de 2006... Ele nos fala dos estudos realizados por neurocientistas que concluíram que quanto maior é o número de vezes que percorremos uma determinada rota (seja a pé, de carro, trem, etc) mais longa ela nos parece com o passar do tempo. A conclusão é que distância, assim como tempo, são conceitos abstratos, ao invés de absolutos, em nosso cérebro. Em outras palavras: 42 km não é mesmo “tanto” assim...!
Dentre as análises feitas a partir de experimentos, o processo cognitivo de julgamento de distância se vale de pontos de referência, curvas, prédios, cruzamentos, irregularidades, voltas, etc, do caminho percorrido, de uma maneira ainda a ser melhor determinada pelos cientistas. De início, já foi constatado que quanto maior é o número de referências espaciais que nosso cérebro acumula ao longo de um caminho, mais facilmente superestimamos a distância percorrida.
Entre as conseqüências práticas dos estudos são mencionadas as possibilidades de melhores planejamentos urbanos e de construções como edifícios e parques, de maneira que eles nos possam gerar percepções variáveis de distância e espaço conforme a necessidade, tornando mais agradável nosso ambiente de trabalho e os trajetos diários.
Para os treinos tiro a seguinte lição: varie regularmente os percursos e use um relógio com GPS para medir a distância em novas rotas. Assim, os treinos não parecerão tão longos e você não se sentirá mais lento. E mais: devemos escolher caminhos com menos referências, menos "poluídos", que nos farão perceber como mais curtos os trajetos.

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